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Certo ou errado?

Quais critérios regem nosso modo de viver e de nos relacionarmos em sociedade? A cada dia, mais temas são levantados e mais polêmicas são causadas ao redor de inúmeros assuntos que podem definir nosso futuro. Mas será que todo cidadão interpreta e reage de forma ética frente às situações ou fatos do cotidiano?   Com que consciência, realmente, cada brasileiro consegue enxergar seu próprio comportamento e entender como isso influencia na vida do outro? É lamentável como pequenas concessões, deslizes e determinadas “falhas”, consideradas inocentes ou imperceptíveis, acabam minando comportamentos e transformando normas, regras e condutas. Parece que um grande número não se importa com desrespeitos e fraudes de qualquer espécie, como oferecer uma propina aqui, inventar uma mentirinha ali e tirar vantagem pessoal, menosprezando valores éticos.  Ética é um conjunto de conhecimentos extraídos da investigação do comportamento humano, com reflexão sobre a moral; enquanto moral é ...

Você já ouviu falar em comunicação não-violenta?

V ocê já ouviu falar em comunicação não-violenta? É um tipo de comunicação que facilita reconciliações e um melhor entendimento entre pessoas, a partir de uma técnica que envolve empatia e escuta com atenção plena. Durante um diálogo, até é possível ouvir o que o outro está falando, mas, muitas vezes, a intenção do ouvinte não é entender o que está sendo mencionado, mas sim ter uma pausa silenciosa para aguardar a oportunidade de contrapor tudo o que foi dito pelo outro. É como se a pessoa escutasse o que  está sendo dito, enquanto elabora dentro do si as respostas para expor e impor seu modo de pensar sobre aquele determinado assunto, sem flexibilidade para absorver ideias ou mudar de opinião. Este tipo de conduta altera o ritmo da conversa e pode até  promover discussões, pois dar uma opinião incisiva sem entender o outro lado da história pode significar uma exigência. Rosemberg, autor da técnica  de comunicação não-violenta, diz ser fundamental observar o que ...

QUE TAL TENTAR CONVIVER MELHOR?

Alguns relacionamentos são muito tranquilos e naturalmente se tornam uma boa amizade. Contudo, em casa ou no trabalho, conviver com determinados tipos de comportamento significa enfrentar desafios constantes. Nem sempre é fácil acertar os ponteiros, aceitar os defeitos do outro, conseguir conversar e mostrar pontos de vista, por isso é frequente haver diálogos com interpretações erradas, associadas a mal-entendidos, que modificam o clima de paz. Mas qual é a medida certa para que um discurso honesto não se torne ofensivo ou uma crítica destrutiva? Algo importante é o bom senso, que facilita entender quando se deve expressar uma opinião ou, simplesmente, escutar e silenciar, evitando magoar alguém.  Dizem que o tempo se encarrega de curar as mágoas, só que não se sabe, exatamente, quando.  Na verdade, o tempo ensina muito, revela possibilidades e talvez aponta o melhor caminho a ser seguido. Entretanto, para conviver bem é fundamental ter um olhar diferente, a fim d...

Homeopatia e a conduta social

Será que a homeopatia pode ajudar no convívio social? Buscar informação sobre condutas e comportamentos adequados é fundamental, mas nem sempre é o suficiente para saber se comportar bem em sociedade. Além de uma maior consciência a respeito das regras de boas maneiras, é preciso maior percepção e autocontrole diante das situações cotidianas ou extraordinárias. Mas como ser educado e equilibrado diante do estresse do dia a dia quando se tem uma personalidade estilo “tolerância zero” ou se carrega uma grande ansiedade dentro de si? Acredito que você conheça alguém, supostamente educado, um funcionário que participou de treinamentos de atendimento ao público, que em situações específicas perdeu a classe, agindo com truculência. Na verdade, quando se é portador de um gênio colérico ou se está em um momento delicado e exigente, é comum surgirem alterações comportamentais. Somos humanos e temos limites, com níveis e características distintas e peculiares. Assim sendo,  determinados...

Diferenças culturais e religiosas

É interessante refletir sobre o cuidado com as diversidades religiosas e culturais que podemos encontrar pelo caminho. Há muitos locais em que pessoas com religiões distintas e costumes diferentes convivem bem entre si. Qual seja a situação, respeitar o outro é sempre a melhor alternativa. Dentro de um convívio social ou profissional não é indicado impor práticas ou teorias religiosas a alguém que não esteja interessado em ouvir pregações, porque considerar-se dono de um discurso incontestável e banalizar a crença do outro é algo bem desagradável. Mas, por outro lado, não é coerente abrir mão das próprias convicções e necessidades espirituais somente para agradar alguém. Portanto, o ideal é ter atitudes equilibradas e sensatas. Afinal, fé e religião são valores muito íntimos, que devem ser assumidos e respeitados com consciência. É possível uma boa convivência entre judeus, católicos, ortodoxos, muçulmanos, evangélicos de várias denominações e muitas outras religiões, a...

Os donos da verdade nas redes sociais

Muitos internautas se intitulam formadores de opinião e comunicadores, pelo fato de terem livre acesso às redes sociais. Contudo, fica um questionamento: será que para ser formador de opinião basta querer? Fica difícil, atualmente, ler, escutar e assistir a vídeos sobre “fatos ditos verídicos”, com manipulações e técnicas de persuasão,  além de enxertos de textos ou imagens recortadas, munidos de inverdades veiculadas com objetivos escusos e tendenciosos. São lançadas incoerências sutis, mas importantes, confundindo e convencendo pessoas menos informadas sobre o assunto abordado. Do outro lado, é comum observar o grande número de curtidas e comentários dos seguidores que engolem o que lhe é oferecido, sem ao menos duvidar e pesquisar sobre o fato em si, assim como  verificar a idoneidade de quem está emitindo a mensagem. Que tal, antes de aceitar certas denúncias como plena verdade, saber um pouco do histórico da vida de quem gosta de atacar pessoas, determinados g...

Deu branco!

Você já se sentiu vítima de suas emoções em algum momento de sua vida? Conheço um grande número de pessoas que relatam este tipo de experiência e outras que têm muita dificuldade de lidar com emoções causadoras de algum tipo de bloqueio. Determinados relacionamentos, diálogos, avaliações ou explanações podem ser prejudicados por reações inesperadas, por atitudes estranhas, omissão, excesso de nervosismo, vergonha, rispidez ou, ainda, pelo famoso lapso de memória, conhecido como: “- Deu branco”. Nossas emoções estão intimamente relacionadas aos nossos pensamentos e atitudes. Sendo assim, mesmo sabendo a diferença entre o certo e o errado, temos dificuldade para organizar ideias e, comumente, estamos expostos ao estresse e ao excesso de pensamentos depreciativos sobre nós mesmos. Este fato pode dificultar nossa comunicação interpessoal em nosso convívio diário, interferindo no domínio de nossas ações, sejam elas de âmbito social ou profissional. Com isso, surgem más interpretaçõe...