![]() Rosemberg, autor da técnica de comunicação não-violenta, diz ser fundamental observar o que o outro tem a dizer sem jugá-lo, pois cada um tem razões pessoais para dizer ou agir de determinada maneira. Contudo, manter uma conversa com respostas atravessadas, ou com gestuais deselegantes, pode trazer consequências sérias para as pessoas envolvidas. Palavras ou atitudes agressivas desencadeiam sentimentos desagradáveis, por isso é interessante buscar as causas individuais, o gatilho destas reações internas e as resultantes sensações que acontecem no corpo, como tremor, dor de barriga, mãos geladas, suor em excesso etc. Também é preciso um tempo para perceber o que está acontecendo com ambas as partes, para codificar qual a necessidade em comum e reativar o diálogo. A partir deste ponto, vale praticar a empatia, ou seja, se colocar no lugar do outro. A comunicação não-violenta tem sido citada na mídia com frequência, por seu efeitos benéficos, e pede uma linguagem apropriada, educada e calma. Conclui-se a última etapa desta técnica através um pedido específico e sincero, dentro do contexto do diálogo inicial, para que não permaneçam dúvidas e suscite, entre as pessoas, um clima de harmonia. São muitos detalhes e existem outras técnicas de linguagem que complementam o processo de comunicação não-violenta, mas este assunto fica para uma próxima ocasião. artigo escrito para coluna do DS Siga nossa fanpage! |
por Estela Maura

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