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Páscoa: um tempo especial!

A Páscoa está chegando e muitos  estão preocupados porque ainda não compraram os ovos de chocolate para presentearem familiares ou amigos. Mas será que o foco da Páscoa são os ovos? Ou será que o protagonista é o coelho? A tradição da troca de ovos de Páscoa é antiga, mas como será que tudo começou? Como explicar para as crianças o porquê dos ovos de chocolate serem trazidos pelo coelhinho, na festa da ressurreição de Cristo? Distintamente da Páscoa judaica, que celebra a libertação do povo hebreu do Egito, a Páscoa cristã celebra a libertação da humanidade pelo Redentor. Portanto, a troca de ovos pode ser traduzida como um desejo de renovação de vida. Um gesto que simboliza esperança. É importante que se busque saber e se celebre este tempo com mais consciência. A Quaresma tem seu significado profundo, se o foco estiver em uma transformação interior, pessoal e em busca desta vida nova. E é por isso que o símbolo dos ovos perdura até hoje. Em alguns locais do Brasil é poss...

Ser educado é...

Algumas pessoas não consideram etiqueta social algo fundamental em suas vidas. Realmente, há quem suspeite de que etiqueta social é um recurso que só deve ser usado em dia especiais, como em casamentos, cerimônias mais formais ou em algum jantar mais requintado. Só que não é bem assim... Ao contrário do que se imagina, boas maneiras não são um artifício que se tira da gaveta apenas em ocasiões únicas. Quem faz este tipo de interpretação corre mais riscos de cometer gafes, porque treino é tudo.   Etiqueta social ou regras de comportamento não foram feitas só para datas excepcionais e, muito menos, para a minoria, porque uma educação completa deveria ser para todos. Acho muito triste conviver com indivíduos que se dedicaram ao desenvolvimento de habilidades técnicas, considerados bons profissionais, mas incapazes de se relacionar bem dentro de seu núcleo de trabalho ou familiar. São seres humanos que não conseguem articular certas situações, nem se comunicar adequadamente, po...

Os autênticos são mais confiáveis

Comunicação é tudo e tudo é comunicação. Mesmo que nenhuma palavra seja pronunciada, muitas coisas podem ser ditas através de uma imagem, de um pequeno silêncio, de um tipo de traje, de um sorriso, entre tantos gestos, expressões faciais e símbolos que podemos usar sem imaginar o quanto isto traduz sobre nós mesmos. Contudo, a autenticidade para se comunicar bem e se relacionar com outras pessoas é algo um pouco mais profundo. Há pessoas que não se preocupam com o que falam, nem como falam – o que é grave. Outros optam por um vocabulário vulgar, outros pelo coloquial, outros por expressões verbais mais técnicas, e ainda há quem prefira usar palavras de difícil compreensão à maioria. Para que seja passada credibilidade durante um discurso ou um diálogo, é fundamental haver coerência entre o que se vê e o que se escuta. Por exemplo: um adolescente que tem seu modo de se vestir e sua maneira característica de falar incluindo gírias ou piadinhas comuns faz com que achemos seu mod...

Respeito é o principal eixo de qualquer relação

Cara feia, um olhar de desdém, uma mexida no ombro para dizer que não está nem aí, um gestual brusco... Você consegue visualizar uma boa convivência, com quem quer que seja, sem que haja respeito mútuo? Você consegue imaginar que alguém o respeite se você não se respeitar antes? Respeito é o principal eixo de qualquer relação. Mesmo que haja discordâncias, necessidades ou interesses distintos, respeitar a todos e se respeitar é fundamental. Entretanto, algumas pessoas tendem a sabotar certas regras de convívio social, mesmo quando o nível de intimidade é alto, chegando a abalar alguns vínculos de amizade preestabelecidos. Seja entre colegas, amigos, familiares ou cônjuges, determinadas atitudes, como falta de consideração, invasão de privacidade, mentira ou distorção de fatos, palavras ofensivas, menosprezo, agressividade, revelação de confidências ou algo pior, só geram desacertos e consequências negativas. É primordial considerar o outro e estar atento para que ninguém roube a ...

Algumas regrinhas básicas

Muitas atitudes consideradas básicas merecem ser lembradas porque, por mais que sejam ditas e exploradas, nem sempre são cumpridas. Vamos a algumas delas! Horário, por exemplo, é algo que se deve observar, tanto no trabalho como em um encontro. Chegar atrasado, além de não ser nada educado, compromete a agenda de quem ficou aguardando e gera descontentamento, o que não é bom. Em situações atípicas ou inesperadas, é importante entrar em contato com a pessoa em questão, pedir-lhe desculpas, comunicar o atraso e, se necessário, transferir a data do compromisso. Respeitar a todos também é algo que a maioria escuta desde sempre. Porém, não é difícil ver jovens e adolescentes gritando com pais ou enfrentando professores como se fosse a coisa mais normal do mundo. Pode até ser comum, mas não é normal e, muito menos, correto. Respeitar pai e mãe é fundamental, por mais que existam divergências ou conflitos entre gerações. Os pais precisam respeitar seus filhos em vários aspectos e o con...

Ombro amigo

Viver em sociedade, atualmente, é conviver com alguns indivíduos frente a frente e com inúmeras pessoas de maneira virtual, sejam elas suas vizinhas ou algum conhecido que more a milhas de distância de seu endereço. São múltiplas possibilidades para bater um papo, gravar um vídeo ou um áudio, escrever um texto ou compartilhar ideias e experiências. Entretanto, as conversas costumam ser rápidas, efêmeras e superficiais. Cada vez mais se observa que certas facilidades e o modo como estamos nos acostumando a nos relacionar sugere um olhar mais individualista e que o ser humano está com menos tempo para abraçar suas próprias atividades e para dar atenção ao outro. Há um senso comum na vontade de criticar, reivindicar, contestar e reinventar algo que se considere relevante sob o ponto de vista pessoal e também uma compulsão em falar de si. Aliás, falar muito de si, de seus problemas, de suas angústias e de suas dificuldades, sem a percepção de que não existe mais tanto espaço para esc...

O exemplo de “My Fair Lady”

Estou de volta! Sei que fiquei um tempinho sem postar aqui no blog, mas estou retomando o ritmo. Que tal um pouquinho sobre comportamento destes personagens de um clássico musical? Confira! cena do filme Ir ao teatro é algo que nos faz bem! Por isso, hoje vamos comentar um pouco sobre “My Fair Lady”, uma clássica e antiga comédia musical que está em cartaz em São Paulo. Com uma produção primorosa, a história tem muito a transmitir. Para quem não conhece, a trama se passa em Londres e se resume na vida de uma florista chamada Eliza, muito pobre, sem papas na língua e com nota zero em boas maneiras. Filha de um boêmio divertido e irresponsável, sozinha, tenta sobreviver com grandes dificuldades. Eliza é ridicularizada por sua ingenuidade, trejeitos e por cometer frequentes e graves erros ao se expressar.  Diante de conceitos e preconceitos da época e sentindo-se humilhada por rirem de seu modo de falar e agir, pede ajuda a um aristocrata e reconhecido professor de foné...