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Como você passa valores religiosos para seus filhos?

Na semana do Dia das Crianças gostaria de tocar em um assunto especial : Como você passa valores religiosos aos seus filhos? Algumas pessoas dizem não acreditar em nada. Nem em uma divindade e nem em Deus... Porém, pode existir a a crença e não existir a prática religiosa. Será que é importante transmitir tradições religiosas às nossas crianças ou é melhor que cada uma escolha sua religião quando ficar adulta? Normalmente, a religião que prevalece em um lar é da mãe, mas sempre há exceções. No entanto, quando um casal compartilha da mesma fé, fica mais fácil, pois o pensamento em comum favorece a educação dos filhos. Contudo, pode haver discordâncias e contradições. Um dos dois pode desejar ir à igreja e o outro dizer que tudo aquilo é bobagem, fazendo com que as crianças fiquem inseguras quanto à necessidade de se frequentar lugares de oração e exercitar a fé. A palavra religião significa religar, portanto, serve para aproximar o humano do divino. Como tudo na vida, tam...

Com que roupa você vai à igreja?

O tema de hoje é algo que passa, muitas vezes, desapercebido para quem não tem muito bom senso, mas é corriqueiro encontrar pessoas que não têm muita noção na hora de escolher uma roupa para ir à uma cerimônia religiosa. Os homens erram, mas as mulheres são campeãs neste setor.  Abaixo, observe as fotos do que não se deve vestir para frequentar um lugar sagrado. Aliás, acho que algumas delas não sejam adequadas para frequentar nenhum ambiente, mas gosto é algo pessoal. Confira! Roupas justas demais, barriga e costas de fora, somados a decotes profundos conotam vulgaridade.   Com que roupa você vai à igreja? O bom de conversar com pessoas mais experientes é que elas nos surpreendem com a naturalidade que se expressam e demonstram que estão mais conectadas com o mundo do que imaginamos. Além disso, parece que o tempo oferece sabedoria e permite que os idosos dispensem certas etapas durante uma conversa informal. Foi o que aconteceu comigo na semana passada. En...

Como está seu relacionamento em família?

Muitos de nós já tivemos a oportunidade de conhecer alguém que tenha sentido angústia ou um vazio em diversas situações do cotidiano, inclusive dentro do convívio familiar. Parece comum encontrarmos pessoas que não estão plenamente felizes ou em paz consigo. O interessante é que também se tem observado que os relacionamentos interpessoais estão um pouco diferentes, inclusive dentro de cada lar. Nem todos os membros da família tiram um tempo para poder conversar e alguns, devido à pressa, não dizem alô e nem se despedem dos demais. Com isso, está cada vez mais difícil reunir pais e filhos nos horários das refeições. Sentar à mesa e poder conversar é uma oportunidade para aprender costumes e partilhar determinados episódios, de forma natural. É pena, mas isso não faz mais parte da rotina da maioria das famílias. Além da correria de cada um, existe também uma tendência a um individualismo característico da contemporaneidade. Certamente, existem motivos particulares e de ordens ...

A crise ética no nosso Brasil

      O  assunto do momento é corrupção e quanto mais se investiga sobre este tópico em nosso país, mais corruptos são revelados. Triste, não? Tão séria e tão amarga está essa fase, que alguns setores da sociedade já manifestam saudades de um período em que existiam algumas disciplinas obrigatórias dentro da grade escolar, sobre cidadania, política, moral e ética. Em função da época da ditadura militar, essas matérias foram eliminadas, mas hoje percebeu-se que essas gerações intermediárias perderam muito com a falta de convivência com assuntos fundamentais durante sua formação no tempo de estudante. Faz diferença propor, com muito bom senso, ensinamentos sobre comportamento, análise política e discernimento entre o certo e o errado, de maneira espontânea e natural, a partir do cotidiano. O ideal seria que princípios éticos fossem oferecidos, para que o inconsciente da maioria dos brasileiros se negasse a seguir pessoas adeptas a manobras i...

Pequenos atos, grandes mudanças

Na correria do nosso cotidiano, não prestamos atenção em muitas coisas e nem nos damos conta de que estamos sendo observados. Ficamos sabendo que isso ocorre quando alguém se aproxima e comenta algo sobre nosso modo de ser, o que mostra o quanto somos responsáveis pelo que fazemos e falamos. É possível que uma palavra mencionada na hora exata, da maneira certa, faça o outro refletir um pouco sobre alguns conceitos ou pare para pensar a respeito de algo novo, que até então desconhecia. Um relato interessante aconteceu, em um encontro para lá de casual, com um colega e amigo sacerdote paulistano, aqui em Santa Catarina. Ele disse que lembrou da nossa etiqueta social por estar trabalhando com uma comunidade de hábitos muito simples. Após as celebrações, ele resolveu oferecer um pequeno lanche para as pessoas e envolveu a comunidade com essa tarefa. Cada membro responsável por aquele momento colaborava como podia e dispunha o alimento sobre a mesa, do jeito que achava correto. V...

Quanto um pai é importante na educação?

Quanto um pai é importante na educação de seus filhos? Acho difícil mensurar isso porque a presença de um pai dentro de uma família é fundamental. O comportamento deste pai com a mãe de seus filhos, o modo como se relaciona com cada membro de casa, se envolve com seu trabalho e os caminhos que escolhe para resolver as mais diversas situações interferem diretamente na formação de seus descendentes. Desde uma simples brincadeira a uma conversa séria para tomada de consciência sobre algo, o pai sempre será uma referência masculina, além de ser o contraponto da postura feminina, favorecendo equilíbrio e a sensatez nas relações familiares. Entretanto, todo cuidado é pouco para que esta seja uma referência positiva para sua família. O ideal é que através de seus atos ele possa transmitir estabilidade emocional aos seus filhos, demonstrar carinho e exigir disciplina na medida certa. É sempre bom lembrar que um pai ausente é uma lacuna difícil de ser preenchida e um pai que não se importa...

Comportamento também alivia dores

Em todos os setores, um comportamento profissional ético e sensato é muito bem-vindo. Contudo, com quem trabalha na área da saúde as exigências são maiores. Toda atividade tem seu valor e isso não se discute, mas quando o ser humano adoece e precisa se entregar nas mãos de pessoas que irão gerenciar um período de sua vida, sob algum aspecto, isto muda de figura. Em um ambiente hospitalar, tanto pacientes como familiares se sentem desconfortáveis porque a necessidade de uma internação ou de um procedimento mais sério sinaliza que algo não está bem. Isso gera expectativa, ansiedade, insegurança, enfim, sentimentos de impotência e sofrimento diante do desconhecido, em especial para quem não tem intimidade com esse meio. Nessas horas, o comportamento de médicos e de outros profissionais, dentro do ambiente hospitalar, é extremante relevante. Sinto-me bem à vontade para tocar neste assunto, pois tenho irmãos e amigos médicos, também sou da área de saúde e acho que conheço, um...