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CALÚNIA NÃO É BRINCADEIRA

Segunda-feira, 17/11/2014 - artigo escrito para o jornal Diário do Sul O passado ensina que quando não se busca ouvir todos os lados de um suposto acontecimento, há um grande risco de se cometer injustiça. Afinal, quem não conhece alguma história trágica provocada por calúnias? Parece que não, mas o comportamento social pode interferir no futuro de uma pessoa. Algumas atitudes, como denúncias sem fundamentos ou fofocas tendenciosas, podem definir rumos importantes na história dos implicados. Por isso, todo cuidado é pouco quando o assunto se refere à moral ou idoneidade de alguém. Atualmente, mais do que nunca, notícias e comentários são espalhados com uma rapidez incrível e é cada vez mais difícil controlar a divulgação do que é verdade, invenção, imaginação ou má interpretação de um episódio. Existe, sim, uma certa subjetividade nos relatos, que não pode ser desconsiderada. Quem já brincou com o jogo Detetive (jogo clássico de tabuleiro, cujo objetivo é descobrir ...

Multas e comportamento no trânsito!

Será que é possível medir a cultura de um povo por sua educação no trânsito? Em muitos lugares, campanhas de mais gentileza no trânsito têm sido estimuladas, devido ao mau comportamento de motoristas, motociclistas, ciclistas, skatistas e pedestres, tanto em ruas como estradas e espaços comunitários. Nem sempre se encontra paciência, tolerância e bons modos pelas cidades. Existe, sim, muito abuso, falta de respeito e pressa, aliás, muita pressa! Condutas estranhas são observadas não apenas no que se refere ao vocabulário ou gestual entre as pessoas, mas sim como cada cidadão dirige seu veículo e se relaciona com as regras pré-estabelecidas. Alguns não pensam na hora de cometer graves infrações, outros são antiéticos e desrespeitam autoridades, agindo como se fossem imunes a qualquer tipo de represália ou punição, com argumentos sem sentido, ameaças e agressividade. Há quem se considere um ser superior e consuma álcool antes de dirigir, provocando infelicidade a inocentes...

Qual a importância do professor?

Artigo escrito para o jornal Diário do Sul - 27/10/2014 Ser professor, hoje, é trabalhar em uma profissão que não tem sido valorizada como deveria. A sociedade está sofrendo transformações rápidas e constantes, em especial no que tange a referências, valores, disciplina e consciência de direitos e deveres de cada um. Em função disso, o comportamento e a relação professor-aluno não é mais mesma de anos atrás. Infelizmente, é comum ver comportamentos agressivos dentro do ambiente escolar veiculados pela mídia, apresentando alunos que transformam o local de estudo em um ambiente violento.  Muitas vezes, este relacionamento é tão caótico que, além dos problemas com os estudantes, o educador acaba sendo vítima de pressões vindas de seus superiores e de pais de alunos, resultando em esgotamento emocional, que começa com uma fase de idealismo e entusiasmo, depois evolui para decepção e frustração quanto às expectativas iniciais e culmina ...

Eleições 2014 - comportamento

Como vai o comportamento de candidatos e eleitores? artigo para o jornal Diário do Sul-20/10/2014 As eleições para o segundo turno estão aí. Analisando um pouco do comportamento de eleitores e candidatos, podemos admitir que o tom de agressividade é nítido. Através dos meios de comunicação se vê muitas ofensas, denúncias, mentiras e estatísticas duvidosas, flagrantes e históricos desfavoráveis de gestão de ambos os partidos.  Há um desconforto no ar, com sentimento de disputa, que está abalando coleguismos e amizades, em especial pelas redes sociais. Os internautas estão inflamados e parece que não há racionalidade nos enfoques e nos argumentos, mas sim sentimentos de paixão ou ódio.  Existe muita incoerência entre o discurso e os fatos, entre as propostas e as possibilidades reais e isso é repetido nas discussões entre indivíduos, que querem se tornar donos da verdade. Quando alguém se considera soberano, tudo fica mais difícil, porque não há diálogo, nem crescim...

Conversas na medida certa

Você já foi vítima de alguém, que começa a falar sobre determinado assunto e não pára, nem para respirar? Seria bom que cada um se colocasse no lugar do ouvinte, porque nada impede que a gente faça o mesmo com outras pessoas. É preciso observação e feeling para captar se o que estamos falando interessa ao outro, ou não. Muitas vezes, por delicadeza a pessoa presta um pouco de atenção, mas por dentro, não vê a hora que haja uma trégua e o discurso termine. Em especial, conversas sobre doenças, tragédias e assuntos desagradáveis é preciso muito cuidado. Porém, mesmo com outros temas, não custa maneirar no tempo de fala pessoal e dar uma contrabalanceada com quem está nos escutando. Insistir e se prolongar em uma conversa, quando quem está ao lado (ou do outro lado, no caso de telefone ou internet) não compartilha muito, pode significar que o interesse não seja tão grande assim, ou que haja  pressa. Neste caso  vale a pena mudar o ritmo do diálogo ou diminuir a enxurrad...

Como está meu comportamento enquanto dirijo?

Hoje, aqui em Santa Catarina, entre outras notícias, recebemos informações sobre acidentes fatais nas estradas do estado, durante este fim de semana. É triste e provoca muita indignação, pois a maioria dos acidentes acontece por imprudência, egoísmo, falta de responsabilidade, imaturidade, incompetência, distração, falta de paciência ou tolerância e, porque não dizer, falta de inteligência! Porque, quem raciocina corretamente, tenta evitar, ao máximo, situações de risco tanto para si, como para quem estiver por perto. Quem pensa, consegue deduzir que certas manobras não são seguras e podem causar catástrofes ou tragédias e por isso, muitas vezes, abre mão de uns minutos a mais e opta por esperar, dar passagem para quem está pedindo, não andar pelo acostamento, não fechar outro carro, não ultrapassar quando não é permitido e , muito menos dirigir com sono, com ingestão de estimulantes ou alcoolizado. Quem tem raciocínio lógico não dirige falando ao celular ou digitando um SMS, nem ass...

Regras de etiqueta para horários de visitas e telefonemas

Tem certas coisas que a gente tem que evitar no dia-a-dia, entre elas, a inconveniência. Sabe aquele dia que você trabalhou até tarde ou, por qualquer outro motivo, foi dormir de madrugada porque sabia que poderia dar uma esticadinha no sono no dia seguinte? Parece que a gente se prepara para relaxar e repor um pouco as energias, eis que, alguém simpático , resolve lhe telefonar às 7:30h da manhã. Por mais que a gente resolva não atender, no caso de um celular, quando a ligação é para o telefone fixo, não tem como não lesar o descanso tão esperado. Não estou comentando sobre telefonemas importantes e emergenciais, mas sim, sobre algumas pessoas sem noção que ligam à qualquer hora, sem entender que, em certos horários, a gente não liga para ninguém! Da mesma forma, algumas visitas... Há quem resolva lhe visitar do nada, sem antes dar um telefonema para combinar e decide chegar nos horários mais impróprios, sem se tocar de que está cometendo uma gafe "daquelas". Se...